sexta-feira, 15 de junho de 2018

Torre Móvel T2E4: Depressão no Brasil


Autores: Elisa Monteiro, Isabella Xavier, Maria Clara Reis e Maria Eduarda Picciani (Monitor: David Majerowicz)

Esse vídeo foi produzido por alunos da The British School - Site Barra da Tijuca, participantes do projeto "Torre Móvel", cadastrado na pró-reitoria de extensão da UFRJ. Se você quiser levar esse projeto para a sua escola também, entre em contato com a gente!

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Torre Móvel T2E2: o que é o câncer e quais são seus tratamentos?

O câncer é um tópico muito delicado e provavelmente já te afetou de alguma forma, sendo por um parente próximo ou de um conhecido mais distante. Então, o vídeo foi criado foi com a intenção de alertar as pessoas sobre esse assunto tão importante e presente no dia a dia das pessoas. No vídeo, o câncer é explicado desde sua formação até o tratamento mais famoso que é a quimioterapia. Os efeitos colaterais também são citados assim como a quimioterapia antes da cirurgia e depois da cirurgia. Esperamos que com esse vídeo, você consiga se conscientizar sobre essa doença e entender mais a fundo.


Autores: Gabriel Haberdric, João Brasil, Lucas Carraro e Paula La Croix (Monitor: André Luiz Filho)

Esse vídeo foi produzido por alunos da The British School - Site Barra da Tijuca, participantes do projeto "Torre Móvel", cadastrado na pró-reitoria de extensão da UFRJ. Se você quiser levar esse projeto para a sua escola também, entre em contato com a gente!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Torre Móvel T2E1: Você sabe o que é o vício?

Esse vídeo irá comparar as várias definições do vício e explicar como o álcool, açúcar, maconha e cocaína afetam o nosso cérebro. Vamos também comparar os efeitos dessas drogas e explicar como todas elas são parecidas.


Autores: Betina Jordão, Catharina Hakme, Gabriella Grinszpan e Raffaella Santucci (Monitor: Igor Vilela)

Esse vídeo foi produzido por alunos da The British School - Site Barra da Tijuca, participantes do projeto "Torre Móvel", cadastrado na pró-reitoria de extensão da UFRJ. Se você quiser levar esse projeto para a sua escola também, entre em contato com a gente!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Torre Móvel T1E5: Microbiota: consequências de seu desequilíbrio e aplicações


Você sabia que todas as bactérias presentes no corpo de um adulto juntas pesam em média 2 kg e que o número de micróbios em nosso organismo é aproximadamente 10 vezes maior do que o de células? Isso significa dizer que, em relação ao número de células, somos 90 % micróbios e apenas 10 % “humanos”. Toda essa grande quantidade de seres microbianos que abrigamos em nosso corpo é o que chamamos de microbiota.

Mas com a visão ruim que temos de bactérias e microrganismos em geral, você deve estar se perguntando: ué, mas eles não me fazem mal? Por incrível que pareça, muitos desses microrganismos não nos fazem mal. Na verdade, até são bons para nosso organismo, pois nos ajudam em variadas funções como na digestão, na produção e eliminação de vitaminas e na promoção do desenvolvimento de tecidos do corpo, além de auxiliarem nosso sistema de defesa.

Os variados papéis que a microbiota exerce no nosso organismo fazem com que ela seja muito importante para o bom funcionamento dele. Portanto, quadros de desbiose, ou seja, de desequilíbrio destas populações de micróbios que habitam em nós são bastante prejudiciais à nossa saúde. Estes quadros ocorrem devido à diminuição do número de bactérias boas, que nos auxiliam nas funções citadas anteriormente, e aumento das bactérias “más”, ou seja, aquelas que são capazes de nos causar doenças ou que simplesmente não são favoráveis para nosso metabolismo.

Uma das consequências mais conhecidas da desbiose é a obesidade. Os péssimos hábitos de alimentação da maioria das pessoas obesas causam o desequilíbrio da microbiota presente no intestino, mas como isso acontece? A alimentação inadequada estimula o crescimento de bactérias que auxiliam na digestão de alimentos mais calóricos e gordurosos e, ao mesmo tempo, também estimula a redução da população de bactérias que ajudam a digerir alimentos mais saudáveis. O aumento de uma população em contraste com a diminuição da outra é prejudicial para a pessoa porque estimula a ingestão contínua de alimentos não saudáveis no lugar dos mais saudáveis, progredindo o estado de obesidade.

A relação com a obesidade foi um dos primeiros problemas relacionados a desbiose descobertos. Os primeiros trabalhos que envolviam a relação de bactérias e obesidade foram feitos a partir do transplante das bactérias do intestino de camundongos gordos em camundongos magros. Os camundongos magros, até então criados sem contato com bactérias, recebiam amostras da microbiota dos camundongos obesos e, então, foram adquirindo a mesma forma dos camundongos gordos. Logo, os cientistas puderam verificar a influência da microbiota na obesidade.

Também é muito importante dizer que, além da obesidade, outras doenças como AVC, diabetes e até mesmo o Alzheimer podem ter relação com a desbiose.

Então, depois de tantos problemas que podem ser resultados do desequilíbrio da nossa microbiota, principalmente a intestinal, nos perguntamos: como seria possível reequilibrar nossas populações de bactérias? Em geral, existem duas formas: através de medicamentos ou pela própria alimentação.

O tratamento através da alimentação seria baseado no consumo de alimentos que proporcionam a melhora e a manutenção das nossas populações de bactérias. Esses alimentos são classificados em probióticos, prebióticos e simbióticos. O probióticos, por exemplo, o Yakult e o Chamyto, são produtos derivados de leite e possuem microrganismos vivos responsáveis por promover o equilíbrio da microbiota intestinal. Já os prebióticos são alimentos como a cebola, alho, tomate e banana que possuem fibras resistentes à digestão por parte do organismo e capazes de tornar a nossa microbiota intestinal mais saudável. Já os simbióticos são resultado da combinação dos prebióticos com os probióticos, proporcionando um tratamento mais eficiente.

Apesar de existirem tratamentos tradicionais através de remédios e/ou da alimentação, um método inovador para resolver o problema da desbiose foi criado: o transplante de fezes! Sim, você não leu errado. A técnica de transplante de fezes é utilizada para a restauração de uma flora intestinal e se divide em 3 etapas.

Primeiro, é preciso de uma doação de fezes por uma pessoa que apresente uma “microbiota saudável”, ou seja, com populações de bactérias consideradas boas. O doador passa por um teste para confirmar se ele realmente tem uma microbiota de boa qualidade e, se for confirmado, suas fezes são coletadas e dissolvidas em solução tratada. Depois disso, a solução é filtrada e o produto final é transferido para o paciente através do intestino, da boca ou do ânus. Por fim, podemos concluir que os microrganismos são essenciais para o funcionamento de nosso corpo e que técnicas em desenvolvimento como o transplante de fezes podem se tornar importantes maneiras de combater a obesidade, por exemplo. Além disso, não devemos esquecer que a alimentação saudável é uma grande aliada e, que com ela, podemos reduzir o número de medicamentos utilizados.

Bibliografia
https://drauziovarella.uol.com.br/obesidade/obesidade-e-bacterias/
https://veja.abril.com.br/saude/pesquisa-aponta-relacao-entre-bacterias-e-obesidade/
http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,ufmg-cria-banco-de-fezes-e-ja-pode-realizar-transplante-fecal,70002125561
https://youtu.be/VzPD009qTN4
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/27698622/?i=38&from=fecal%20transplant%20obesity
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/29278509/?i=2&from=fecal%20transplant%20obesity
http://thefecaltransplantfoundation.org/what-is-fecal-transplant/
http://www.cienciahoje.org.br/revista/materia/id/856/n/a_microbiota_humana
http://www.unifal-mg.edu.br/pet/sites/default/files/Apostila%20Minicurso%20Microbiol%20Microb%20Hum-PET-Biologia-Unifal.pdfhttp://essentia.com.br/revistas/revista_essentia_02_digital.pdf

Autores: Clara Marrucho, Josue Lima, Marco Antonio, Natan Pinheiro, Thaís Oliveira e Thais Meirelles (Monitores: Leonardo Costa, David Majerowicz e Heitor de Paula)

Esse vídeo foi produzido por alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, campus Rio de Janeiro, participantes do projeto "Torre Móvel", cadastrado na pró-reitoria de extensão da UFRJ. Se você quiser levar esse projeto para a sua escola também, entre em contato com a gente!

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Torre Móvel T1E4: Não contrate a Light, contrate as bactérias!

Sua conta de luz está vindo muito alta? Já imaginou nunca mais pagar? Assista o vídeo e entenda como a ciência está avançando em outras formas de produção de luz para o futuro! Você sabe o que é bioluminescência? Não?! Calma! Nós vamos te explicar!


Autores: Caio Fernandes, Sarah Fariña, Gabriela Martins e Vinícius Carvalho (Monitor: Renato Carvalho)

Esse vídeo foi produzido por alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, campus Rio de Janeiro, participantes do projeto "Torre Móvel", cadastrado na pró-reitoria de extensão da UFRJ. Se você quiser levar esse projeto para a sua escola também, entre em contato com a gente!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Torre Móvel T1E3: Um perigo menor que imaginamos


Você sabia que até mesmo no seu celular podem existir milhões de bactérias? E que elas podem ser prejudiciais a sua saúde? Como diz o ditado: Mantenha seus amigos perto, mas seus inimigos mais perto ainda; ultimamente temos levado ele muito a sério, pois vamos com nosso celular a todos os lugares durante a nossa rotina. Será que após ler essa notícia você continuará levando seu celular para cama? Essa é sua oportunidade de descobrir os perigos a que você se expõe!

· Descubra como objetos do cotidiano poderiam se tornar vetores de um possível ataque bioterrorista.

Ao entrarmos em contato com objetos tais como, smartphones, tablets, teclados, interruptores e maçanetas estamos constantemente nos expondo à microrganismos que se encontravam depositados nestas localidades. Por exemplo; você nunca se perguntou de onde pode ter vindo aquela gripe inesperada durante o inverno? Então saiba que ela pode ter sido causada por um vírus oportunista, que aguardava pacientemente em algum recipiente do qual você acidentalmente entrou em contato, durante, talvez, um passeio por entre as prateleiras do mercado.

De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo, bactérias como Bacillus cereus e Staphylococcus aureus são as mais encontradas no cotidiano. Em sua maioria, são completamente inofensivas para a nossa saúde e, inclusive, até necessárias, mas imaginem se deparar com um Bacillus antracis (segura um pouquinho que a gente já explica) depositado num objeto tipo o seu celular, corrimões, maçanetas, bebedouros, ou num lugar muito movimentado como transportes públicos ou rodoviárias e até, quem sabe, injetado na carne que você comeu no almoço. Imaginem o problema que ia dar!

Vocês sabiam que pessoas já se aproveitaram dessa vulnerabilidade para efetuar contaminação em massa? Essa é a base do bioterrorismo, isto é, a prática de utilizar agentes biológicos e infecciosos para causar efeitos semelhantes aos das grandes epidemias. Infelizmente, tal ideia já foi utilizada em diferentes períodos históricos causando, na maioria das vezes, consequências graves. Um caso de bioterrorismo muito conhecido é o ataque com esporos de antraz que ocorreu nos Estados Unidos, em 2001, onde cartas contaminadas com esporos de Bacillus anthracis, foram enviadas a vários setores de meios de comunicação e a dois senadores democratas do país.

Esta doença pode ser recebida respirando a bactéria, por ingestão de carne contaminada ou por tocar em superfície com o nosso, não tão querido, microrganismo, sendo o meio respiratório considerado o mais mortal entre os outros dois. Uma informação sobre essa bactéria e que, com certeza irá te deixar com um pouco de medo é a sua resistência ao tempo. Enquanto a maioria das bactérias tem sua vida em torno de algumas horas, dias ou até poucos anos, a que estamos falando pode durar até décadas, devido ao seu sistema super resistente que é chamado de "endosporo". Ele é uma estrutura que se forma dentro da célula após a duplicação de seu material genético. Essa estrutura envolve o DNA dela, mantendo-o protegido contra qualquer tipo de mudanças no ambiente externo ao da célula. Será que nos dias atuais, mesmo com maiores avanços da microbiologia e da biotecnologia, estamos mais suscetíveis a esse tipo de ataque? Ainda bem que não é só para o mal que vive o homem, não é mesmo? Graças a mentes de pessoas boas, a CDC (Centers For Disease Control and Prevention - Centros de Controle e Prevenção de Doenças) uma empresa estatal americana, foi desenvolvido um aplicativo cujo nome é Field Facts para smartphones (sistemas iOS e Android) que explica mais como agir em situações como a do antraz citado lá em cima do texto. Ele mostra as medidas necessárias em situações críticas, ensinando o melhor meio para evitar receber o agente infeccioso, quais os sintomas e até qual roupa utilizar. É um app bem interativo e fácil de usar (lembrando que a versão é em inglês, não foi encontrado uma versão em português). O aplicativo está em sua versão 1.0 e já apresenta informações sobre 8 agentes diferentes. É sempre bom mantermos a limpeza dos locais em dia, para evitar contaminações indesejáveis; passar um álcool na mão de vez em quando, até que não é uma má ideia.
Autores: Brenda Henriques, Fábio Almeida, Patrick Rodrigues, Brenda Henriques, e João Pedro Marques. (Monitores: Fátima Gerpe e Heitor de Paula)

Esse texto foi escrito por alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, campus Rio de Janeiro, participantes do projeto "Torre Móvel", cadastrado na pró-reitoria de extensão da UFRJ. Se você quiser levar esse projeto para a sua escola também, entre em contato com a gente!

terça-feira, 22 de maio de 2018

Torre Móvel T1E2: Desmentindo 4 afirmações do senso comum relacionadas à microbiologia

Sua comida já caiu no  chão e você achou que não tinha o menor problema pegar rapidinho? Ou você já ouviu alguém dizer que cebolas atraem bactérias? Se sim, certamente você ficou com o pé atrás quanto isso. Além disso, você já deve ter escutado que friagem dá gripe, ou que nós saímos do banho completamente limpos. Mas você acha que estas afirmações populares procedem? Assista ao vídeo e confira!



Autores: Eduardo Gomes, Milena Alves, Anna Fernandes, Andressa Borges e João Ferreira (Monitor: David Majerowicz)

Esse vídeo foi produzido por alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, campus Rio de Janeiro, participantes do projeto "Torre Móvel", cadastrado na pró-reitoria de extensão da UFRJ. Se você quiser levar esse projeto para a sua escola também, entre em contato com a gente!