O mundo científico vem buscando diversas formas de progressivamente substituir os experimentos utilizando animais vivos por células cultivadas em laboratório, sem prejudicar os resultados e os avanços nas diferentes áreas. Por exemplo, transformar células cerebrais humanas em células tronco pluripotentes (ou seja, capaz de se tornarem diferentes tipos de células dependendo do estímulo dado) são modelos interessantes para o estudo de doenças neurodegenerativas, como Mal de Alzheimer. Mas o problema para isso é o seguinte: o diagnóstico preciso de Alzheimer só pode ser dado com a realização de uma autopsia, depois que o paciente falece. Como conseguir as células pluripotentes depois disso? Um passo importante para resolver o problema foi dado por cientistas americanos em um trabalho publicado esse ano na revista Acta Neuropathologica Communications . O que ele fizeram? Usando um método novo, eles conseguiram induzir a transformação para células pluripotentes em amostras de cére...
Um projeto de divulgação científica coordenado por David Majerowicz, professor da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro! Seremos seus cicerones dentro da Torre de Marfim dos cientistas. Sejam bem-vindos!