O alcoolismo e o abuso de outros tipos de droga é um problema social e econômico em muitas partes do mundo. A solução desses problemas deve passar por uma abordagem psicológica, mas a criação de remédios para combater o uso excessivo de álcool também é possível. Mas, para isso, é necessário entender muito bem com o álcool age no cérebro, e como o cérebro responde à droga. Um grupo de pesquisadores americanos investigou parte desse problema, desvendando o papel de uma proteína pode estar envolvida com o quanto você enche a cara numa happy-hour ou chopada da universidade. Esse gene da bebedeira é chamado de GIRK3. Esse gene é ativo em alguns neurônios no cérebro e tem papel em regular se esses neurônios devem ou não passar um sinal cerebral para o próximo neurônio no caminho. Para estudar as funções desse gene, os cientistas criaram um camundongo transgênico que não tem esse gene no seu genoma (o que chamamos de camundongos nocautes) e estudaram como esses animais lidavam com o álcool...
Um projeto de divulgação científica coordenado por David Majerowicz, professor da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro! Seremos seus cicerones dentro da Torre de Marfim dos cientistas. Sejam bem-vindos!