Se você tem menos de vinte anos e é fã de CSI (qualquer um), provavelmente pensou em ser perito criminal da polícia civil. Mas, infelizmente, aquilo não passa de ficção e as investigações criminais por todo mundo estão longe de terem toda aquela tecnologia. Por exemplo, os assassinos teriam muito tempo para fugir se dependesse das evidências de DNA encontradas na cena do crime. No CSI, o cabelo do suspeito é colocado em uma máquina (que não existe) e a identidade do assassino sai em questão de minutos. No mundo real, o DNA do cabelo do suspeito teria que ser extraído em um processo cuidadoso para evitar danos e contaminação do material genético. Se houver DNA suficiente, esse seria então amplificado no laboratório e em seguida analisado e comparado com um banco de dados. O processo levaria, na melhor das hipóteses, alguns dias (isso se nada der errado no processo, fazendo com que ele volte para o início). Se a amostra tiver DNA de duas pessoas, já era; fica basicamente impossível id...
Um projeto de divulgação científica coordenado por David Majerowicz, professor da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro! Seremos seus cicerones dentro da Torre de Marfim dos cientistas. Sejam bem-vindos!