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Mostrando postagens com o rótulo Amor

Sala de cinema da Torre: A Teoria de Tudo

“A Teoria de Tudo” é um filme biográfico sobre o (talvez) físico teórico e cosmólogo mais famoso da atualidade, Stephen Hawking. O filme foi escrito por Anthony McCarten, com base no livro da ex-esposa do cientista, Jane Wilde, onde ela conta sobre seu relacionamento com Hawking e como os dois enfrentaram a doença neurodegenerativa do físico. O filme foi dirigido por James Marsh e estrelado por Eddie Redmayne (que interpreta Hawking, ganhando o Oscar de Melhor Ator) e Felicity Jones, que dá vida à Jane Wilde. Estreou no Brasil no início do ano. “A Teoria de Tudo” foi um dos filmes que mais me criou expectativas esse ano, e um dos poucos que vi no cinema depois que assinei Netflix. Mas talvez pelo excesso de expectativas, acabei me decepcionando um pouco. O filme, com base no relato de Jane, acaba, obviamente, se focando demais na vida pessoal de Hawking, e sua trajetória científica fica em um plano secundário. Seus estudos no doutorado e suas pesquisa...

Beijo de língua é cientificamente nojento!

O Dia dos Namorados foi na semana passada e vários casais apaixonados passaram a noite de sexta-feira juntos. Quem estava solteiro, aproveitou que era sexta para tentar se arranjar. Mas o fato é: um casal troca oito milhões de bactérias por segundo entre as suas línguas durante um beijo íntimo. Essa é uma das conclusões de um estudo publicado por cientistas holandeses (KORT et al., 2014). Mas por que esses pesquisadores foram estudar as bactérias da boca dos casais? A ideia era estudar a microbiota, ou seja, o conjunto de bactérias presente nas bocas das pessoas e saber se a microbiota oral de casais que se beijam com mais frequência é mais parecida entre si o que em casais, digamos, não tão apaixonados. As bactérias da boca podem ser importantes para a saúde oral, e ter influência sobre os dentes, por exemplo. Além disso, o beijo (e a troca de saliva e microbiota) pode ter tido papel importante no desenvolvimento do comportamento de corte dos seres humanos, já que s...

Mais oxitocina, por favor!

Amor = oxitocina? (Fonte: www.fakefake.com.br )   Possivelmente, você já ouviu falar ou leu em algum lugar sobre o “hormônio do amor”, a oxitocina. Tema bom para o Valentine’s Day , que passou não tem muito tempo. Uma busca rápida no Google trás um monte de notícias relatando os mais variados efeitos da oxitocina, como estimular a moral no indivíduo, aumentar a empatia e diminuir a agressividade entre as pessoas e manter a monogamia dos casais (e fazer com que os maridos achem suas esposas mais atraentes). A verdadeira Droga do Amor do Pedro Bandeira. A oxitocina também melhora a atividade cerebral de autistas e um abraço de 20 segundos estimula o cérebro a produzir o hormônio. Mais recentemente, a mídia tem divulgado que a oxitocina também pode ter um lado negro: ela estaria envolvida com o medo e a ansiedade depois de momentos estressantes. Mas, tentando separar o joio do trigo, o que é verdadeiramente científico nessa história, já que tudo que fica muito badalado acaba vi...