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Mostrando postagens com o rótulo Transgênicos

Transgênicos alimentando o mundo

Antes de começar, essa postagem deveria ter saído na semana passada, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Mas não deu tempo... Porém, antes tarde do que nunca! Em 1983, os cientistas descobriram como uma bactéria era capaz de transferir seu próprio DNA para o DNA de plantas hospedeiras. Isso foi uma grande revolução na engenharia genética. Alterando o DNA da bactéria, os pesquisadores poderiam fazer mudanças controladas no DNA da planta, facilitando o desenvolvimento de vegetais geneticamente modificados. Passados 30 anos, inúmeras novas tecnologias de modificação genética permitiram a criação de super-plantas, capazes de produzir mais e serem mais nutritivas, resistirem à seca, frio, inundações, ou serem imunes a ataques de pragas. Alguns exemplos: Existe um tipo de batata que foi modificada e recebeu um gene do bredo-vermelho, uma planta ornamental. Esse gene produz uma proteína que não causa alergia e é rica em aminoácidos essenciais (ou seja, aqueles que nós...

Água oxigenada e plantas transgênicas

Há pouco tempo atrás, se acreditava que o genoma dos seres vivos se dividia entre genes, pedaços de DNA que produzem proteínas, e o resto, basicamente inútil. Ledo engano! Nos últimos anos, descobrimos que muitas partes do genoma que não codificam proteínas têm como função regular a atividade dos genes, ligando ou desligando, diretamente ou gerando moléculas de RNA para isso. Esse conjuntos de RNA são chamados de RNA de interferência, ou RNAi para os íntimos. E hoje, o RNAi é uma ferramenta importante para diversas parte das ciências biológicas, seja na realização de experimentos, ou para novas tecnologias para tratamento de doenças humanas ou desenvolvimento de plantas modificadas geneticamente. Mas o maior problema é que ainda sabemos pouco como os RNAi funcionam ou chegam até as células. Um grupo de cientistas australianos investigou parte da questão em uma planta modelo de estudo, chamada Arabidopsis thaliana . Já se sabia que os RNAi produzidos n...

Aqui só tem macho!

Fonte: oglobo.globo.com A malária é hoje a doença infecciosa que mais mata no mundo; ela mata mais que a AIDS e a tuberculose. Cerca de 700 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência da doença, principalmente crianças africanas. A conta é simples: uma criança africana morre de malária por minuto! Porém, a malária deveria ser mais fácil de controlar do que a AIDS e a tuberculose. Enquanto as duas últimas são transmitidas de pessoa para pessoa, a malária é obrigatoriamente transmitida por mosquitos. Isso cria dois pontos para enfrentar a doença: o parasita em si e o mosquito. Mas estamos perdendo a batalha. Os medicamentos para combater a doença são antigos e pouco eficientes. E os mosquitos estão cada vez mais resistentes aos inseticidas usados e outros métodos de controle. É urgente que novas formas sejam desenvolvidas. Nesse ponto, a engenharia genética pode dar uma mão, através da criação de mosquitos transgênicos. Diferentes grupos de pesquisas pelo mundo t...