A fusão nuclear, em contraste com a fissão nuclear, tem se destacado como uma promissora fonte de energia, oferecendo benefícios ambientais significativos. Enquanto a fissão envolve a divisão de átomos para liberar energia que é usada desde 1950 nos reatores das usinas nucleares, a fusão busca replicar o processo que alimenta o sol, unindo átomos para gerar energia que, no caso do sol, sai em forma de calor e luz. Por décadas pesquisadores tentam replicar esse processo de fusão, produzindo o que os físicos chamam de "um sol na caixa". Com isso, duas abordagens principais foram desenvolvidas para explorar a fusão nuclear como fonte de energia: o confinamento magnético e o confinamento inercial. No confinamento magnético, campos magnéticos são utilizados para confinar a nuvem de plasma resultante do aquecimento a mais de 100 milhões de graus Celsius dos átomos do gás hidrogênio, fazendo com que ocorra a fusão dos átomos e a liberação de energia, empregando dispositivos como o T...
Um projeto de divulgação científica coordenado por David Majerowicz, professor da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro! Seremos seus cicerones dentro da Torre de Marfim dos cientistas. Sejam bem-vindos!