As vacinas têm por finalidade simular uma doença infecciosa, só que de forma segura, sem causar a própria doença nem efeitos colaterais graves. Uma vez aplicada, a vacina desencadeia uma série de reações imunológicas, que levam a um estado de proteção contra a doença para qual a vacina foi desenvolvida. Essa proteção tem como principal característica a longevidade e a especificidade. Para a maioria das vacinas atualmente disponíveis a imunidade protetora é atribuída à produção de anticorpos que reconhecem o patógeno, que é agente causador da doença, e o impedem de se multiplicar e causar a doença no indivíduo vacinado. No ano de 2018, foram confirmados 2.425 casos de sarampo no Brasil, tendo como resultado 12 óbitos. Os estados que apresentaram situação mais alarmante foram Rondônia e Amazonas, onde houve grande queda na cobertura vacinal para tríplice viral. Neste ano, 2019, o país não atingiu a meta de 90% de imunização contra a gripe. Como o índice de vacinação no Rio de Janei...
Um projeto de divulgação científica coordenado por David Majerowicz, professor da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro! Seremos seus cicerones dentro da Torre de Marfim dos cientistas. Sejam bem-vindos!